segunda-feira, 20 de maio de 2013

Feita pra mim

Renato Vargas é uma daquelas pessoas desconhecidas de muuuuita gente. Ele nunca foi no Faustão, não apareceu no Gugu e muito menos no Luciano Huck. Mas Renato Vargas é dono de uma voz em cabe, perfeitamente, Elis, Tom, Vinícius, Cartola, Beth, Chico, Gonzaga pai e filho, Milton, Gil, Cazuza, Gal, Betânia, Roberto e muitos - mas muitos mesmo - outros.

Com tamanho repertório, Renato Vargas só poderia ser um cantor de barzinho. E foi com "O Som do Barzinho", cinco CDs com canções do que de melhor temos na nossa música, que Renato deu canja lá em casa. Essa paixão é antiga, mas só tenho os três primeiros CDs.

E de todas as consagradas canções em que ele colocou sua voz, a que mais me encanta é uma que ele mesmo fez.

É doce, daquelas que provocam diabetes, mas me apaixonei por ela desde a primeira vez que ouvi - e isso tem pelo menos 10 anos.

Empolgada, já mostrei essa música para algumas pessoas, que na época eram especiais na minha vida. Acho que nenhuma delas gostou ou entendeu o que eu queria, mas continuo tentanto... Por isso, resolvi postar aqui no blog, quem sabe "Feita pra Mim" toque no coração adocicado de mais alguém.


Oun Charlie...

Sempre é tempo...




Segunda

Segunda é dia preguiçoso... Marcha lenta. Olhos pregados de sono. Despertador inconveniente berrando e te chamando à realidade.

Mas Segunda também é dia de saudade: do fim de semana de sol, com amigos, conversa animada e muitas risadas. Saudade também do gostoso que é ficar na cama até mais tarde. Da convivência maior com quem a a gente ama. Dos passeios de domingo à tarde. Das noitadas de sábado à noite...

Mas, se saudade é o amor que fica, Segunda, então, É O AMOR QUE FICA.

Ter segundas, assim como saudades, é bem bom!




Desperdício de inauguração

Muito chato a inauguração-teste do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha ter sido com uma final do candangão entre Brasília e Brasiliense. Pior ainda é ver o timinho campeão... Grrrr...

Muito chato também saber que a inauguração com capacidade máxima do Mané será entre Flamengo e Santos.

É o que tenho a falar sobre futebol até o ano que vem, quando o Gamão volta a campo. A não ser que o São Paulo me traga alegrias este ano.







Vamos caetanear o que há de bom?

Para começar bem a semana!



"O luar, estrela do mar
O sol e o dom, quiçá, um dia a fúria
Desse front virá lapidar
O sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom"

sexta-feira, 17 de maio de 2013

É sexta-feira!

Tive o prazer de ser adolescente quando Renato Russo e banda corria o Brasil atendendo a legiões de fãs. Foram muitas as noites com os amigos, ao violão, cantando as músicas do grupo. E nessas rodas sempre tinha um "Zé" que pedia para cantarmos Faroeste Caboclo. O desafio era grande, a gente morria de rir da música que  nunca acabava, mas ia até o fim!

Quando Renato morreu, eu estava no primeiro ano do segundo grau. Na escola, a galera ficou mal. Mas o homem que cantava tão bem nossa cidade e encantava com letras em que nos identificávamos, na nossa rebeldia juvenil, saia de cena para virar mito.

O legado que ele deixou é do *&%$#.

Certa vez, no Ceub, homenagearam Renato batizando o bloco do curso de Comunicação com o nome do ilustre ex-aluno. Eu estava lá.

Foram muitas as vezes em que Renato cantou a minha vida, mas uma música sempre foi recorrente. Mania que essa Luana tem de ter relações Eduardo e Mônica...




Escolhi o clipe da Vivo por que, além de muito bem feito, as opções da internet não são tão legais.

"E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?"

Vista cansada

Como você enxerga o mundo? Aliás, você é capaz de exergar?


Texto de Otto Lara Resende, retirado do blog do meu amigo José Wilson Ibiapina, ou apenas Bibi.


"Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa idéia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença."

Otto Lara Resende
Publicado originalmente no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992.



Chega de Saudade

Recebi de um amigo fotos antigas de pessoas que marcaram para sempre nossa história cultural. Para entrar no clima do fim de semana, posto a primeira, junto com uma obra de arte fabulosa.

"Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que darei na sua boca"

 Nesta foto, João Gilberto e Tom Jobim.

Agora, os gênios:




Não complique a vida

O texto que segue abaixo passei para os meus alunos de Semiótica. Mas ele é tão bom, que resolvi compartilhar com todos. É curto, interessante e engraçado. Não há motivos para não ler!


“Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar. Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.. 

Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo: 

Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê. 

Watson responde:  

Vejo milhares e milhares de estrelas... 

Holmes então pergunta:  

E o que isso significa? 

Watson pondera por um minuto e depois enumera: 

1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas. 
2) Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte. 
3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 3h15 pela altura em que se encontra a Estrela Polar. 
4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes. 
5) Metereologicamente, suspeito que teremos um lindo dia amanhã. Correto?

Holmes fica um minuto em silêncio, então responde: 

Watson, seu imbecil! Significa APENAS que alguém roubou nossa barraca! 

Conclusão: 

“A VIDA É SIMPLES... NÓS É QUE TEMOS A MANIA DE COMPLICAR.”





O que você faz para ser feliz?

Porta dos Fundos é um sucesso na internet. As esquetes produzidas pela equipe têm tantas visualizações que não foi difícil atrair a atenção dos grandes anunciantes. Quem nunca assistiu, pode e DEVE ver agora:

Porta dos Fundos

Na campanha abaixo, a fofa da Clarice Falcão (atriz da Porta dos Fundos) canta no novo comercial do Pão de Açúcar. A empresa mantém uma linha de propaganda conceito, focada na marca e na busca da indentificação com o consumidor.

Pela Clarice, vale a pena ver.

Para os meus alunos de Publicidade, é uma obrigação!


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Lembranças boas



Acabei de ler a notícia de que Bon Jovi virá ao Brasil em Setembro. Vai cantar no Morumbi. Quem foi adolescente na década de 1990 sabe o que ele representa.

Meu lindo editor-chefe Ed., ao saber da passagem do cantor pelo Brasil, me falou do filme De Repente é Amor, em que o fofíssimo Ashton Kutcher canta I'll be there for you.

Tive de publicar. Tão eu!

Se enamora

Gosto e cheiro de adolescência....


A felicidade é o caminho

Muitos vêem a felicidade como destino a ser alcançado. Meta a ser perseguida. E lamentam que não conseguem ser feliz; perguntam-se constantemente: "quando vou ser feliz?" "quando chegará a minha vez?".

Lamentos tolos que provam a ilusão a que estão abraçados.

Felicidade é o que acontece enquanto estamos fazendo planos, disse alguém, algum dia. É vida que segue. Conquista diária. Está no momento em que seu filho sorri pra você, que seu amado responde à sua mensagem ou que você encontra um amigo querido e recebe o abraço mais gostoso do mundo.

Felicidade é feita de pequenos momentos, construções diárias, que vão se sucedendo e, às vezes, intercalam-se com tristezas, ora comedidas, ora rasgantes.

Aquele que põe a felicidade como meta carece de melhorar os sentidos. Sofre da doença da insensibilidade.

Acordar e ter um dia inteiramente novo para riscar e rabiscar, do jeito que você quer, já é motivo de felicidade.

Chegará o dia em que acordaremos do outro lado e, mesmo lá, a felicidade continuará fazendo parte das nossas construções diárias. Talvez mais potencializadas, livres dos limites da matéria.

Importante reconhecer que se pode e se deve ser feliz agora. Diminua as exigências, relativize as expectativas, busque alternativas aos limites que lhes são impostos, dê bom dia, boa tarde e boa noite, agradeça, vibre positivo...

A vida é uma dádiva divina, e as dificuldades são instrumentos maravilhosos, pois nos tornam pessoas melhores.

Agora respire fundo, veja a felicidade ao seu redor e siga agradecendo.

A vida pulsa em você!




Toca na minha alma


"Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei"



Que paz maravilhosa essa canção me transmite...


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Tão doce que dá diabetes =)


Mulher


Atitude corajosa a da atriz Angelina Jolie, que retirou os seios para reduzir os riscos de ter câncer de mama. A notícia rodou o mundo e, claro, repercutiu em terras tupiniquins.

Símbolo sexual, mulher fatal, Angelina é referência quando se fala em beleza. Mas a mulher que deu vida a Lara Croft é muito mais do que um rostinho bonito de Hollywood. A gata é sensível e, ao gravar Tomb Raider no Camboja, adotou o primeiro filho, resgatando o garoto da miséria em que vivia no país. Depois de Maddox, outros dois foram adotados - um do Vietnã e outra da Etiópia. Angelina também teve três filhos biológicos, completando, assim, a família com o também astro de Hollywood Brad Pitt.

A miséria desnudada no Sudeste Asiático revelou à atriz um mundo bem menos glamouroso que a realidade norte-americana. E Angelina passou a engajar-se em trabalhos voluntários junto aos refugiados de Serra Leoa, Tanzânia e Paquistão. Hoje, é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas.

Aos 37 anos, Angelina anunciou ao mundo que tirou os dois seios para evitar o câncer de mama. Ela perdeu a mãe por causa da doença. E, após um estudo genético, descobriu que tinha 87% de chances de desenvolver o mesmo problema.

Angelina não hesitou. Revestiu-se de coragem e, com o apoio do marido, fez a mastectomia. Agora, segundo os médicos, tem apenas 5% de chances de ter um câncer mamário.

Em um artigo para o jornal New York Times, a atriz disse que não se sente menos mulher, nem menos feminina por conta da cirurgia.

Angelina é MULHER e Angelina me representa!


terça-feira, 14 de maio de 2013

Felicidade é só questão de ser


Olha o sol lá fora...

Coisa boa é escrever. Há quase dois anos não dou as caras por aqui. Mas, sabe... deu vontade e VONTADE é o que me move. Em dois anos, muitas coisas aconteceram. Boas e ruins. Independente de tudo, foram meses de aprendizados espetaculares. E isso é o que importa.

Continuo sendo a Luana que ama Política, que gosta de futebol e música brasileira. Mas confesso que ando com preguiça da Política e desanimada com o futebol. Como Luana, música e paixão são sinônimos quase perfeitos, vou hoje escrever sobre música.

Nesses dois anos, descobri muita gente boa, fui "apresentada" a vozes maravilhosas e sinto que nossa atual produção musical anda riquíssima. É lamentável que a "mídia" (sempre ela!) dê mais espaço às idiotas manifestações alienantes.

Mas estou com o coração cheio de amor e, por isso, quero falar só do que é bom. O que foi bom ontem e continua sendo hoje por que é BOM de verdade. E o que é bom hoje e espero que fique por muito tempo na nossa memória.

Minha relação com a música é puramente sentimental. Não há o contato, o conhecimento profundo, sou incapaz de dedilhar um violão e minha voz anda permanentemente em conflito com a afinação.

Mas sou puro amor e paixão. E não hesito em descer os vidros do carro e colocar um dos braços pra fora quando ouço no rádio qualquer música que fale aos meus sentimentos. Isso em qualquer hora, a qualquer dia, em qualquer momento e com qualquer companhia.

Acabei de postar, aí embaixo, Tulipa Ruiz, da nova geração de vozes que merecem ser ouvidas.

Vou postar mais, muito mais.

Preparem-se porque eu voltei. E vim com tudo!


E o pulso ainda pulsa...

Voltando à ativa, com a delícia da Tulipa Ruiz...


quarta-feira, 25 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Depoimento da professora Amanda Gurgel sobre a Educação no RN

Dá pra gente ter esperanças do jeito que tá? Amanda Gurgel é professora de Natal, no Rio Grande do Norte. Em uma audiência pública para falar sobre a qualidade da educação, na Assembléia Legislativa do Estado, ela surpreendeu a todos pela honestidade de suas palavras. O relato da professora fala da educação no Rio Grande do Norte, mas pode ser estendido a todo o país. Veja!